Domingo, 13 de Maio de 2007

É o seu aniversario.....






Hoje vai ser uma festa
Bolo e guaraná muito doce pra você
É o seu aniversário
Vamos festejar, os amigos receber
Mil felicidades, amor no coração
Que a sua vida seja sempre doce e emoção
Bate, bate palma que é hora de cantar
Agora todos juntos, vamos lá!
Parabéns, parabéns
Hoje é o seu dia, que dia mais feliz!
Parabéns, parabéns
Cante novamente que a gente pede bis!
É pique, é pique
É pique, é pique, é pique.
É hora, é hora
É hora, é hora, é hora
Rá, tim, bum...

Mãe...

Antes de ser mãe, eu fazia e comia refeições quentes, eu tinha calmas conversas ao telefone. Antes de ser mãe eu dormia tão tarde quanto eu quisesse e nunca me preocupava com que horas iria para a cama. Eu escovava meus cabelos e tomava banho sem pressa. Antes de ser mãe, eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora de meu corpo, eu não conhecia a força do amor entre uma mãe e seu filho. Eu não sabia que era capaz de sentir tudo isso com tanta intensidade, não sabia que um ser tão pequenino poderia tomar conta do meu coração, do meu pensamento, das minhas emoções, da minha vida... Mas tudo isso antes de ser mãe !

Quarta-feira, 18 de Abril de 2007

Dor ? !

A dor, dentro dos seus conceitos mais correntes e comuns a todo ser humano, bem como nos aspectos mais subjetivos, onde cada um sente e sofre o seu tormento, que lhe dói de forma diferente dos demais. A minha dor é diferente da sua. A forma que tenho de sentir e expressar a minha dor é diferente para cada um de nós. É diferente o que ela representa para mim e para você. Vamos enfrentá-la ou não e conforme essas diferenças ela influenciará a nossa vida de forma totalmente diversa.
Assim, o que é a dor? Dor é uma palavra insuficiente para explicar, em sua plenitude, toda a complexa gama de sua abrangência.

Domingo, 15 de Abril de 2007

O que faz você feliz?


A lua, a praia, o mar

A rua, a saia, amar...

Um doce, uma dança, um beijo,

Ou é a goiabada com queijo?




Afinal, o que faz você feliz?




Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde,


Arroz com feijão, matar a saudade...


O aumento, a casa, o carro que você sempre quis


Ou são os sonhos que te fazem feliz?





Um filme, um dia, uma semana


Um bem, um biquini, a grama...


Dormir na rede, matar a sede, ler...


Ou viver um romance?





O que faz você feliz?





Um lápis, uma letra, uma conversa boa


Um cafuné, café com leite, rir à toa,


Um pássaro, ser dono do seu nariz...


Ou será um choro que te faz feliz?




A causa, a pausa, o sorvete,


Sentir o vento, esquecer o tempo


O sal, o sol, um som


O ar, a pessoa ou o lugar?





Agora me diz,


O que faz você feliz?





Sábado, 14 de Abril de 2007


Antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo. Olha para trás, para os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas e vê a sua frente um oceano tão vasto que, entrar nele, nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira! O rio não pode voltar! Ninguém pode voltar! Voltar é impossível na existência. O rio pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento. Assim somos nós. Voltar é impossível na existência. Você pode ir em frente e se arriscar. Coragem, torne-se oceano.

EU, MODO DE USAR.

Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor, mas permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e me faça massagem nas costas. Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, me conte piadas interessantes, mas não seja preconceituoso. Não perca tempo cultivando esse tipo de herança dos seus pais.Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sozinha, só volte quando eu chamar, e não me obedeça sempre... que eu também gosto de ser contrariada (então fique comigo quando eu chorar, combinado?). Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem... gosto de camisa pra fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei em você tudo o que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado. Você deve se esfolar às vezes seja qual for a sua idade. Leia, escolha os seus livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos freqüentes. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel pra você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes. Me enlouqueça uma vez por mês, mas me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rima com louca: loba, boba, rouca, boca... Goste de música e de sexo. Goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra missa... isso a gente vê depois... se calhar... Deixe-me dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você inquieto. Olhe para outras mulheres, mas não me impeça de fazer o mesmo, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos... eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar, experimente me amar...
(Mas essa caneta eu não devolvo. Quem escreve essa historia aqui sou eu).

(Martha Medeiros por Manuele Martins)

Fugit Irreparabile Tempus
Conheceram-se ao acaso, num desses acasos que a Internet propicia. Em pouco tempo tornaram-se bem próximos. Não a proximidade de apaixonados virtuais, mas sim aquela mais palpável, a proximidade da amizade. Ela era o tipo que gostava de falar e ele de ouvir. Ela angustiada, ele tranqüilizador. Algumas vezes, trocavam de lugar - era ela quem ouvia as angústias dele e, assim, sentiam-se mais e mais unidos. Chegou, enfim, o dia de concretizarem a amizade, encontrando-se fora do mundo virtual. Como esperado, sentiram, no abraço que trocaram, como se há muito se conhecessem...
Aquele beijo... Aquele medo...Ela tinha tanto a lhe dizer, tantas coisas a contar, mas notou que aquele era um de seus dias ruins, que ele não estava para ouvir, mas sim para ser ouvido. Ofereceu-se para ouvi-lo. Ele, então, falou de toda sua angústia, angústia vinda de tantos pensamentos que lhe vinham à mente. Pensava em tantas coisas, na fome do mundo, nas guerras, na intolerância, enfim, em todos os males da humanidade e se angustiava por não saber como ajudar e por não conseguir parar de pensar em tantas coisas ao mesmo tempo. O coração dela apertou com o sofrimento dele. Puxou-o em sua direção, recostando-lhe a cabeça em seu ombro. Então, com um gesto de extremo amor, abriu-lhe a cabeça para que seus pensamentos pudessem escapar.
escritos de Lebre de Março 1:52:00 AM
Ps: Nem acredito que me deparei com esse texto... quando eu estava aqui pensando em algo sobre nós!